Depois de testar minha teoria sobre o repentino sono que me tomou esses dias na aula, cheguei a seguinte conclusão: não é a comida!
Dá pra acreditar que hoje durante a aula de Fauna, Flora e Ambiente pesquei milhares de vezes, sem contar as cochiladas?
Mas hoje é um dia que posso me redimir, afinal durante a tarde saimos eu e os novos amigos da faculdade para andar de skate e nas minhas duas tentativas sai ralada.
Na primeira vez foi só o pé, ralei bem pouquinho e nem caí no chão de me esborrachar, agora na segunda vez...
Não consegui virar o maldito.... dei de frente na guia e fui arremessada pro meio do mato! Sai com a barriga ralada e meio desnorteada, e sinceramente... não conseguia parar de rir! Fala sério... imagina a cena de eu sendo arremessada a uns 3 metros pra dentro do mato !
E essa é a minha desculpa de hoje por ter dormido na aula ;D
23 de agosto de 2010
20 de agosto de 2010
Sono na aula ? ;s
Segunda semana na faculdade.
Entrei pela segunda vez na aula de Princípios de Sistemática, Filogenia e Biogeografia.
O professor não é dos piores e até que é "legalzinho".
Como havia jantado no refeitório universitário antes de entrar na aula, estava naquele estado pós-refeição: sentindo-me quentinha, confortável, com sono e morrendo de vontade de fumar um cigarro, o que é problema já que estou tentando diminuir com o intuito de parar.
Nos primeiros 15 minutos de aula não entendia nada que o professor dizia... Além do sono que estava me tomando, aquela linguagem acadêmica parecia entrar em minha mente e não significar nada. Depois de uns 40 minutos consegui entender o que rolava na aula, me interessei e até fiz algumas anotações sobre o que estava sendo passado. Mas após mais algum tempo, aquilo tornou-se tão fácil, tão chato que acabei me entregando ao sono.
Ao chegar em casa estava me cobrando por ter dormido na faculdade, afinal faço o curso noturno exatamente pra evitar que eu durma na aula. Ok, não era pecado dormir na aula... Mas acabei refletindo e percebendo que não era SÓ aquele professor que me deu sono durante a semana, na verdade a maioria dos professores me davam um baita sono. Fiquei perplexa, não podia dormir no curso noturno... Durmo o dia todo!
Por fim coloquei a culpa no refeitório e na comida. Pois também ajudam o meu sono. Prefiro não pensar que seja culpa do professor, nem da matéria, muito menos do curso.
Hoje janto em casa, mais cedo e menos. Vamos ver no que dá ! ;D
Entrei pela segunda vez na aula de Princípios de Sistemática, Filogenia e Biogeografia.
O professor não é dos piores e até que é "legalzinho".
Como havia jantado no refeitório universitário antes de entrar na aula, estava naquele estado pós-refeição: sentindo-me quentinha, confortável, com sono e morrendo de vontade de fumar um cigarro, o que é problema já que estou tentando diminuir com o intuito de parar.
Nos primeiros 15 minutos de aula não entendia nada que o professor dizia... Além do sono que estava me tomando, aquela linguagem acadêmica parecia entrar em minha mente e não significar nada. Depois de uns 40 minutos consegui entender o que rolava na aula, me interessei e até fiz algumas anotações sobre o que estava sendo passado. Mas após mais algum tempo, aquilo tornou-se tão fácil, tão chato que acabei me entregando ao sono.
Ao chegar em casa estava me cobrando por ter dormido na faculdade, afinal faço o curso noturno exatamente pra evitar que eu durma na aula. Ok, não era pecado dormir na aula... Mas acabei refletindo e percebendo que não era SÓ aquele professor que me deu sono durante a semana, na verdade a maioria dos professores me davam um baita sono. Fiquei perplexa, não podia dormir no curso noturno... Durmo o dia todo!
Por fim coloquei a culpa no refeitório e na comida. Pois também ajudam o meu sono. Prefiro não pensar que seja culpa do professor, nem da matéria, muito menos do curso.
Hoje janto em casa, mais cedo e menos. Vamos ver no que dá ! ;D
17 de agosto de 2010
Único Problema
"Saudade é um pouco como fome. Só passa quando se come a presença. Mas às vezes a saudade é tão profunda que a presença é pouco: quer-se absorver a outra pessoa toda. Essa vontade de um ser o outro para uma unificação inteira é um dos sentimentos mais urgentes que se tem na vida."
O que dói é a falta dos abraços,
Da festa ao se ver...
Dos beijos e carinhos.
É o que mais dói...
A ausência de quem se ama,
A vontade de se ver.
E quando assassinarmos essa cruel saudade,
Queria eu poder absorver todos vocês e trazer comigo.
9 de agosto de 2010
Ao acordar.
Suspiros,
Suor.
O único som é o som de dois corações pungentes.
Os músculos se contraem.
Os vasos se dilatam.
Como num sincronismo improvisado...
Gemidos,
Carinhos e carícias.
A louca dança dos corpos.
Suor.
O único som é o som de dois corações pungentes.
Os músculos se contraem.
Os vasos se dilatam.
Como num sincronismo improvisado...
Gemidos,
Carinhos e carícias.
A louca dança dos corpos.
8 de agosto de 2010
13 de julho de 2010
Um texto de Martha Medeiros
Recebi já faz um tempo, um email com um texto da jornalista e escritora Martha Medeiros.
Hoje antes de sair de casa, resolvi lê-lo novamente ! E como uma boa bloggeira resolvi compartilhar com as mulheres e até com homens que lêem o Festa...
Aqui está:
'Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é
possível, me ofereço como piloto de testes.. Sou a Miss Imperfeita,
muito prazer. A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa
profissional, mãe, filha e mulher que também sou: trabalho todos os
dias, ganho minha grana, vou ao supermercado, decido o cardápio das
refeições, cuido dos filhos, marido (se tiver), telefono sempre para
minha mãe, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago
minhas contas, respondo a toneladas de e mails, faço revisões no
dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores
para casa, providencio os consertos domésticos e ainda faço as unhas e
depilação!
E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workholic.
Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.
Primeiro: a dizer NÃO.
Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO.
Culpa por nada, aliás.
Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.
Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.
Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.
Você não é Nossa Senhora.
Você é, humildemente, uma mulher.
E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável. É ter tempo.
Tempo para fazer nada.
Tempo para fazer tudo.
Tempo para dançar sozinha na sala.
Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.
Tempo para sumir dois dias com seu amor.
Três dias.
Cinco dias!
Tempo para uma massagem.
Tempo para ver a novela.
Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.
Tempo para fazer um trabalho voluntário.
Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas.
Voltar a estudar.
Para engravidar.
Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.
Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.
Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
Existir, a que será que se destina?
Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra. A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.
Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.
Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!
Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente. Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M..A.C. Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.
E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante'
;D
Hoje antes de sair de casa, resolvi lê-lo novamente ! E como uma boa bloggeira resolvi compartilhar com as mulheres e até com homens que lêem o Festa...
Aqui está:
'Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é
possível, me ofereço como piloto de testes.. Sou a Miss Imperfeita,
muito prazer. A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa
profissional, mãe, filha e mulher que também sou: trabalho todos os
dias, ganho minha grana, vou ao supermercado, decido o cardápio das
refeições, cuido dos filhos, marido (se tiver), telefono sempre para
minha mãe, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago
minhas contas, respondo a toneladas de e mails, faço revisões no
dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores
para casa, providencio os consertos domésticos e ainda faço as unhas e
depilação!
E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workholic.
Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.
Primeiro: a dizer NÃO.
Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO.
Culpa por nada, aliás.
Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.
Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.
Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.
Você não é Nossa Senhora.
Você é, humildemente, uma mulher.
E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável. É ter tempo.
Tempo para fazer nada.
Tempo para fazer tudo.
Tempo para dançar sozinha na sala.
Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.
Tempo para sumir dois dias com seu amor.
Três dias.
Cinco dias!
Tempo para uma massagem.
Tempo para ver a novela.
Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.
Tempo para fazer um trabalho voluntário.
Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas.
Voltar a estudar.
Para engravidar.
Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.
Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.
Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
Existir, a que será que se destina?
Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra. A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.
Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.
Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!
Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente. Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M..A.C. Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.
E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante'
;D
12 de julho de 2010
Pirando...
Tô ficando MALUCA!
Isso mesmo, mais do que o normal ...
Tem coisa espalhada por tudo conté canto do meu quarto, uma tentativa de fazer as malas...
Mas aí músicas tocam e lágrimas escorrem...
No periodo : 'Caindo na realidade, sim você vai se mudar, sim sozinha, sim pra longe !'
Por isso me desculpem se não postar ultimamente, mas é que eu to na correria e pra ajudar caindo na real !
Isso mesmo, mais do que o normal ...
Tem coisa espalhada por tudo conté canto do meu quarto, uma tentativa de fazer as malas...
Mas aí músicas tocam e lágrimas escorrem...
No periodo : 'Caindo na realidade, sim você vai se mudar, sim sozinha, sim pra longe !'
Por isso me desculpem se não postar ultimamente, mas é que eu to na correria e pra ajudar caindo na real !
7 de julho de 2010
Oláaa, quanto tempo não?
Como já é de conhecimento pelo outro post da Lú, ela vai migrar para o novo blog e eu assumirei esse !
Continuarei com meus posts como de costume, e isso não significa que eu e ela brigamos nem nada... Apenas separamos os blogs !
Bom por enquanto meus textos estão guardados em pastas mas logo menos estarei postando para felicidade geral da nação (ou não, rsrs) !
Beijos, Nina.
Como já é de conhecimento pelo outro post da Lú, ela vai migrar para o novo blog e eu assumirei esse !
Continuarei com meus posts como de costume, e isso não significa que eu e ela brigamos nem nada... Apenas separamos os blogs !
Bom por enquanto meus textos estão guardados em pastas mas logo menos estarei postando para felicidade geral da nação (ou não, rsrs) !
Beijos, Nina.
21 de junho de 2010
Estresse maternal...
Ok eu não sou santa...
E como todo ser humano também cometo erros, muitos.
Mas sabe quando você faz de tudo pra agradar uma pessoa e ela só vê os seus erros?
Pois é... Minha mãe tá tendo uma fase dessas comigo!
Eu entendo que ela tenha os motivos dela pra estar irritada, afinal todos tem momentos de puro estresse!
Mas o foda é você escutar palavras que machucam mais que uma surra...
Ainda mais agora que eu quero ela mais perto de mim... pois é dela que eu vou precisar quando eu me mudar! Porém a única coisa que eu tenho escutado ultimamente é: "Você vai se ferrar morando sozinha...", belo incentivo não?
Seja o que for isso tá me magoando demais :/
E como todo ser humano também cometo erros, muitos.
Mas sabe quando você faz de tudo pra agradar uma pessoa e ela só vê os seus erros?
Pois é... Minha mãe tá tendo uma fase dessas comigo!
Eu entendo que ela tenha os motivos dela pra estar irritada, afinal todos tem momentos de puro estresse!
Mas o foda é você escutar palavras que machucam mais que uma surra...
Ainda mais agora que eu quero ela mais perto de mim... pois é dela que eu vou precisar quando eu me mudar! Porém a única coisa que eu tenho escutado ultimamente é: "Você vai se ferrar morando sozinha...", belo incentivo não?
Seja o que for isso tá me magoando demais :/
24 de maio de 2010
Primeiro amor...
Eu, poetisa dos meus sonhos,
Escritora da minha alma...
Loucamente apaixonada pelo profundo e inexplicável sentido a vida,
Preciso confessar que já sucumbi... Da forma mais bruta que poderia existir!
Desisti da vida,
E a graça que havia nela, amargou-se.
Não havia sentido em lutar pelos meus sonhos,
Já que como menina apaixonada não conseguia viver uma vida sem amor... sem um amor.
Com o embalo do relógio fui afundando no mar de lágrimas que eu mesma havia feito.
Ao quase me afogar, fui resgatada...
Ouvi palavras de conforto e achei segurança em abraços...
A vida voltou a ter algum sentido.
Todos os dias me lembro daquilo que senti, mas não me deixo novamente ser levada por medos e aflições.
"Quem nunca foi triste não sabe realmente o que é ser feliz!", um grande amigo me disse.
A vergonha que sentia de ter sido fraca passou...
Hoje mesmo sentindo o vazio em meu peito,
Não perderei o encanto da vida e o brilho no olhar!
Descobri que sou mais forte do que pensava ser e me orgulho muito disso (:
Escritora da minha alma...
Loucamente apaixonada pelo profundo e inexplicável sentido a vida,
Preciso confessar que já sucumbi... Da forma mais bruta que poderia existir!
Desisti da vida,
E a graça que havia nela, amargou-se.
Não havia sentido em lutar pelos meus sonhos,
Já que como menina apaixonada não conseguia viver uma vida sem amor... sem um amor.
Com o embalo do relógio fui afundando no mar de lágrimas que eu mesma havia feito.
Ao quase me afogar, fui resgatada...
Ouvi palavras de conforto e achei segurança em abraços...
A vida voltou a ter algum sentido.
Todos os dias me lembro daquilo que senti, mas não me deixo novamente ser levada por medos e aflições.
"Quem nunca foi triste não sabe realmente o que é ser feliz!", um grande amigo me disse.
A vergonha que sentia de ter sido fraca passou...
Hoje mesmo sentindo o vazio em meu peito,
Não perderei o encanto da vida e o brilho no olhar!
Descobri que sou mais forte do que pensava ser e me orgulho muito disso (:
Assinar:
Postagens (Atom)